Olá para todos!
E o Santander não para... Veja abaixo o que pode ser uma dos maiores IPOs do ano.
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Créditos: Uol
SÃO PAULO/NOVA YORK (Reuters) - A unidade brasileira do Santander encaminhou pedido para oferta pública inicial de ações no Brasil e nos Estados Unidos. Em julho, o Santander informou que iria vender cerca de 15% da unidade brasileira via emissão de ações, sugerindo que a oferta inicial de ações poderia chegar a cerca de US$ 5,6 bilhões, baseado no atual valor de mercado do Santander no Brasil, de cerca de US$ 37 bilhões.
Uma operação desse tamanho ficaria entre os maiores IPOs de 2009 no mundo e seria a maior dos Estados Unidos desde a oferta de US$ 19,6 bilhões realizada pela Visa Inc em março de 2008.
O pedido encaminhado pelo Banco Santander SA junto à Securities and Exchange Comission na quinta-feira indicava que o banco estava buscando levantar até US$ 200 milhões, mas esse valor é quase que certamente um número provisório até que a instituição encaminhe um prospecto atualizado que incluirá termos como número de ações a serem vendidas e uma estimativa de preço.
Uma porta-voz do Santander no Brasil afirmou que o banco não comentaria a transação porque está em período de silêncio antes da oferta.
Outros grandes IPOs do ano incluíram a oferta de US$ 7,3 bilhões em julho pelo China Construction Engineering e a de US$ 4,3 bilhões da VisaNet.
O pedido de oferta do Santander é de venda de units, cada uma representando 55 ações ordinárias e 50 ações preferenciais, segundo o registro. As units serão negociadas na Bovespa sob o símbolo SANB11.SA.
O documento não indicou quando a oferta será realizada.
O Santander é o terceiro maior banco privado do Brasil, com 10,2% de participação de mercado em ativos até 31 de março deste ano, segundo o prospecto inicial.
Nos seis meses encerrados em junho, a unidade brasileira do banco espanhol representou mais de 20% do lucro líquido do grupo e 53% do ganho na América Latina.
domingo, 6 de setembro de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Banco do Brasil eleva lucro e retoma liderança em ativos
Boa Tarde!
O forte crescimento do crédito e a receita extra com a venda de ações da VisaNet turbinaram o lucro do segundo trimestre do Banco do Brasil, que também retomou a liderança no ranking de ativos, voltando a superar o Itaú Unibanco.
O banco estatal fechou o período de abril a junho com lucro líquido de 2,348 bilhões de reais, um crescimento de 42,8 por cento na comparação com igual intervalo do ano passado.
O número inclui a receita de 1,4 bilhão de reais com a venda de parte das ações que o grupo detinha na administradora de cartões VisaNet, em junho.
O lucro trimestral recorrente do BB foi de 1,727 bilhão de reais, um avanço de 18 por cento na comparação anual. A previsão média de sete analistas consultados pela Reuters apontava lucro recorrente de 1,501 bilhão de reais.
A forte evolução da última linha do balanço teve como principal alavanca a carteira de crédito, que cresceu 32,8 por cento no espaço de 12 meses encerrado em junho, para 252,485 bilhões de reais.
O destaque foram os empréstimos à pessoa física, que deram um salto de 69 por cento em 1 ano, para 68,47 bilhões de reais, com impulso do consignado, cujo montante disparou 110,7 por cento. Com isso, a carteira de varejo do banco pela primeira vez superou a do agronegócio, que cresceu apenas 9,7 por cento e chegou a 67,6 bilhões de reais.
Em meio à forte expansão do crédito, a inadimplência da carteira, que considera operações vencidas em prazo superior a 90 dias, subiu de 2,5 por cento para 3,3 por cento em 12 meses.
Com isso, a provisão para perdas esperadas com calotes cresceu 27,3 por cento sobre março e 88 por cento ante junho de 2008, para 3,172 bilhões de reais.
RESPOSTA A SETUBAL
No entanto, o presidente do BB, Aldemir Bendine, afirmou que a política de taxa de juro da instituição é "plenamente sustentável", em resposta a comentários do presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, no início desta semana.
"Nossa política de taxa de juro é plenamente sustentável... As taxas são bem mais ousadas e isso é papel do BB", afirmou Bendine a jornalistas, durante entrevista coletiva para comentar os resultados do segundo trimestre.
"O BB adotou uma estratégia que entendemos ter sido extremamente correta... Temos resultados sólidos dentro de uma qualidade inquestionável", disse Bendine.
Na terça-feira, Setubal, do Itaú Unibanco, disse que "algumas taxas que estão sendo praticadas por bancos públicos não são sustentáveis.
Em contrapartida, o BB manteve a estimativa de expansão da carteira de crédito em 2009 entre 13 e 17 por cento, mesmo depois do forte crescimento nos 12 meses até junho.
Segundo o vice-presidente de Finanças do BB, Ivan Monteiro, a instituição chegou a discutir a elevação da estimativa para o ano, mas acabou por manter a previsão por acreditar que a carteira de crédito para empresas possa desacelerar no atual semestre.
"Achamos que, no segundo semestre, a concorrência vai ser mais apertada", disse. "Com a melhora do mercado de capitais, vai aumentar a concorrência entre as fontes de captação de recursos para as empresas", acrescentou Monteiro.
VOLTA À LIDERANÇA
Resultado da combinação de crescimento do crédito com a consolidação de bancos estaduais comprados recentemente, como Besc (Santa Catarina), BEP (Piauí) e Nossa Caixa (São Paulo), o BB encerrou o primeiro semestre com 598,8 bilhões de reais em ativos, um incremento de 43,9 por cento em 12 meses, o que o levou a retomar a liderança do setor bancário no país.
O Itaú Unibanco, que havia assumido a liderança ao emergir de uma fusão em novembro de 2008, reportou na terça-feira que seus ativos no final do primeiro semestre somavam 596,3 bilhões de reais.
"O Banco do Brasil retoma o posto que lhe é de direito", afirmou Bendine.
A rentabilidade sobre patrimônio líquido recorrente no segundo trimestre foi de 23,7 por cento, ante índice de 24,6 por cento registrada um ano antes.
Agradeço as visitas!
O forte crescimento do crédito e a receita extra com a venda de ações da VisaNet turbinaram o lucro do segundo trimestre do Banco do Brasil, que também retomou a liderança no ranking de ativos, voltando a superar o Itaú Unibanco.
O banco estatal fechou o período de abril a junho com lucro líquido de 2,348 bilhões de reais, um crescimento de 42,8 por cento na comparação com igual intervalo do ano passado.
O número inclui a receita de 1,4 bilhão de reais com a venda de parte das ações que o grupo detinha na administradora de cartões VisaNet, em junho.
O lucro trimestral recorrente do BB foi de 1,727 bilhão de reais, um avanço de 18 por cento na comparação anual. A previsão média de sete analistas consultados pela Reuters apontava lucro recorrente de 1,501 bilhão de reais.
A forte evolução da última linha do balanço teve como principal alavanca a carteira de crédito, que cresceu 32,8 por cento no espaço de 12 meses encerrado em junho, para 252,485 bilhões de reais.
O destaque foram os empréstimos à pessoa física, que deram um salto de 69 por cento em 1 ano, para 68,47 bilhões de reais, com impulso do consignado, cujo montante disparou 110,7 por cento. Com isso, a carteira de varejo do banco pela primeira vez superou a do agronegócio, que cresceu apenas 9,7 por cento e chegou a 67,6 bilhões de reais.
Em meio à forte expansão do crédito, a inadimplência da carteira, que considera operações vencidas em prazo superior a 90 dias, subiu de 2,5 por cento para 3,3 por cento em 12 meses.
Com isso, a provisão para perdas esperadas com calotes cresceu 27,3 por cento sobre março e 88 por cento ante junho de 2008, para 3,172 bilhões de reais.
RESPOSTA A SETUBAL
No entanto, o presidente do BB, Aldemir Bendine, afirmou que a política de taxa de juro da instituição é "plenamente sustentável", em resposta a comentários do presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, no início desta semana.
"Nossa política de taxa de juro é plenamente sustentável... As taxas são bem mais ousadas e isso é papel do BB", afirmou Bendine a jornalistas, durante entrevista coletiva para comentar os resultados do segundo trimestre.
"O BB adotou uma estratégia que entendemos ter sido extremamente correta... Temos resultados sólidos dentro de uma qualidade inquestionável", disse Bendine.
Na terça-feira, Setubal, do Itaú Unibanco, disse que "algumas taxas que estão sendo praticadas por bancos públicos não são sustentáveis.
Em contrapartida, o BB manteve a estimativa de expansão da carteira de crédito em 2009 entre 13 e 17 por cento, mesmo depois do forte crescimento nos 12 meses até junho.
Segundo o vice-presidente de Finanças do BB, Ivan Monteiro, a instituição chegou a discutir a elevação da estimativa para o ano, mas acabou por manter a previsão por acreditar que a carteira de crédito para empresas possa desacelerar no atual semestre.
"Achamos que, no segundo semestre, a concorrência vai ser mais apertada", disse. "Com a melhora do mercado de capitais, vai aumentar a concorrência entre as fontes de captação de recursos para as empresas", acrescentou Monteiro.
VOLTA À LIDERANÇA
Resultado da combinação de crescimento do crédito com a consolidação de bancos estaduais comprados recentemente, como Besc (Santa Catarina), BEP (Piauí) e Nossa Caixa (São Paulo), o BB encerrou o primeiro semestre com 598,8 bilhões de reais em ativos, um incremento de 43,9 por cento em 12 meses, o que o levou a retomar a liderança do setor bancário no país.
O Itaú Unibanco, que havia assumido a liderança ao emergir de uma fusão em novembro de 2008, reportou na terça-feira que seus ativos no final do primeiro semestre somavam 596,3 bilhões de reais.
"O Banco do Brasil retoma o posto que lhe é de direito", afirmou Bendine.
A rentabilidade sobre patrimônio líquido recorrente no segundo trimestre foi de 23,7 por cento, ante índice de 24,6 por cento registrada um ano antes.
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domingo, 9 de agosto de 2009
Um paraíso à venda - Melhor Resort do País procura compradores. O que isso significa?
Esse cenário colocou em questão o modelo de negócios do Costão. Trata-se do sistema de "condo-hotel", em que os apartamentos são vendidos a investidores. Em certa medida, é como se essas pessoas se tornassem sócias do Costão. Só que, em vez de ter ações, elas são donas de uma fração do empreendimento. Quando os proprietários não estão no hotel, os imóveis são oferecidos aos hóspedes. Marcondes seria o sócio majoritário. Ele é dono de imóveis e das áreas comuns, além de ser responsável pelo equilíbrio financeiro do negócio. Com o aumento da concorrência nos últimos anos, ficou mais difícil atrair turistas. Hoje, o Costão do Santinho disputa clientes com resorts que proliferaram pelo país. Apenas no Nordeste, os quartos de hospedagem se multiplicaram por 10: de 300, em 1999, para mais de 3 200 no ano passado. Com a competição pelos clientes, a média de ocupação nacional também caiu: de 70%, em 2005, para 45%, em 2008. Para um resort começar a ter lucro, estima-se, o mínimo deve ser 50%. "Estamos acima disso", diz Felipe Marcondes, filho de Fernando Marcondes e executivo do grupo.
O movimento do Costão do Santinho para atrair um comprador ocorre em um dos momentos mais difíceis da história recente da indústria hoteleira mundial. Com a economia global em recessão e a falta de crédito, os compradores ficaram mais criteriosos na avaliação de investimentos e mais seletivos na escolha de projetos. Sobretudo no Brasil, que, depois da valorização do real, se tornou mais caro para os turistas brasileiros e estrangeiros. Em paralelo, a concorrência e a baixa ocupação dos quartos de hotéis disponíveis transformaram as redes hoteleiras do Brasil em um negócio de baixo retorno. Hoje, a taxa média de retorno dos empreendimentos hoteleiros no país varia de 12% a 14% ao ano, enquanto nos Estados Unidos, por exemplo, supera 25%. "Com esse baixo nível de retorno, os investidores tendem a comprar hotéis em Paris ou Madri, capitais desejadas pelos turistas", diz José Ernesto Marino Neto, presidente da BSH International, consultoria especializada em turismo. O resort Costão do Santinho poderia interessar, no entanto, companhias que têm um modelo de negócios verticalizado. Empresas como a alemã Tui. Com um sistema integrado, que inclui agências de viagens, hotéis e uma frota de cerca de 130 aviões, o grupo seria capaz de trazer turistas de qualquer ponto da Europa -- e, assim, dar continuidade ao paraíso.
Obrigado pelas visitas!!
O movimento do Costão do Santinho para atrair um comprador ocorre em um dos momentos mais difíceis da história recente da indústria hoteleira mundial. Com a economia global em recessão e a falta de crédito, os compradores ficaram mais criteriosos na avaliação de investimentos e mais seletivos na escolha de projetos. Sobretudo no Brasil, que, depois da valorização do real, se tornou mais caro para os turistas brasileiros e estrangeiros. Em paralelo, a concorrência e a baixa ocupação dos quartos de hotéis disponíveis transformaram as redes hoteleiras do Brasil em um negócio de baixo retorno. Hoje, a taxa média de retorno dos empreendimentos hoteleiros no país varia de 12% a 14% ao ano, enquanto nos Estados Unidos, por exemplo, supera 25%. "Com esse baixo nível de retorno, os investidores tendem a comprar hotéis em Paris ou Madri, capitais desejadas pelos turistas", diz José Ernesto Marino Neto, presidente da BSH International, consultoria especializada em turismo. O resort Costão do Santinho poderia interessar, no entanto, companhias que têm um modelo de negócios verticalizado. Empresas como a alemã Tui. Com um sistema integrado, que inclui agências de viagens, hotéis e uma frota de cerca de 130 aviões, o grupo seria capaz de trazer turistas de qualquer ponto da Europa -- e, assim, dar continuidade ao paraíso.
Obrigado pelas visitas!!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
JPMorgan tem lucro de US$ 2,72 bi
Bom dia!!
O JPMorgan Chase anunciou um lucro trimestral maior no segundo trimestre, superando as expectativas de Wall Street. O resultado foi apoiado por força nos negócios com banco de investimento e varejo que minimizaram perdas com crédito.
O lucro líquido subiu para US$ 2,72 bilhões no segundo trimestre, contra US$ 2 bilhões no mesmo período do ano anterior. Já a receita líquida da instituição saltou 41%, para US$ 27,71 bilhões.
O lucro por ação caiu para US$ 0,28, ante US$ 0,53, devido em parte ao aumento das ações em circulação.O banco informou reservou US$ 9,7 bilhões para perdas com crédito, quantia acima dos US$ 4,29 bilhões no ano passado, mas inferior frente aos US$ 10,07 bilhões do primeiro trimestre.
No mês passado, o JPMorgan pagou US$ 25 bilhões obtidos através do programa de alívio ao setor financeiro (Tarp, na sigla em inglês) do governo norte-americano, sendo o maior banco dos Estados Unidos a quitar os empréstimos federais.
O presidente-executivo, Jamie Dimon, afirmou em um comunicado que o banco está confiante de que seu capital, níveis de reserva e lucros são sólidos mesmo se a economia enfraquecer.
Os resultados do segundo trimestre incluíram encargos por conta do pagamento dos empréstimos obtidos do governo.Analistas, em média, previam lucro de US$ 0,04 por ação sobre receita de US$ 25,91 bilhões, segundo a Reuters Estimates.
Obrigado pelas visitas, meus caros!!
O JPMorgan Chase anunciou um lucro trimestral maior no segundo trimestre, superando as expectativas de Wall Street. O resultado foi apoiado por força nos negócios com banco de investimento e varejo que minimizaram perdas com crédito.
O lucro líquido subiu para US$ 2,72 bilhões no segundo trimestre, contra US$ 2 bilhões no mesmo período do ano anterior. Já a receita líquida da instituição saltou 41%, para US$ 27,71 bilhões.
O lucro por ação caiu para US$ 0,28, ante US$ 0,53, devido em parte ao aumento das ações em circulação.O banco informou reservou US$ 9,7 bilhões para perdas com crédito, quantia acima dos US$ 4,29 bilhões no ano passado, mas inferior frente aos US$ 10,07 bilhões do primeiro trimestre.
No mês passado, o JPMorgan pagou US$ 25 bilhões obtidos através do programa de alívio ao setor financeiro (Tarp, na sigla em inglês) do governo norte-americano, sendo o maior banco dos Estados Unidos a quitar os empréstimos federais.
O presidente-executivo, Jamie Dimon, afirmou em um comunicado que o banco está confiante de que seu capital, níveis de reserva e lucros são sólidos mesmo se a economia enfraquecer.
Os resultados do segundo trimestre incluíram encargos por conta do pagamento dos empréstimos obtidos do governo.Analistas, em média, previam lucro de US$ 0,04 por ação sobre receita de US$ 25,91 bilhões, segundo a Reuters Estimates.
Obrigado pelas visitas, meus caros!!
quarta-feira, 15 de julho de 2009
GM anuncia investimento alto no Brasil
Olá,
A subsidiária da General Motors (GM) no Brasil anunciou hoje um investimento de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 2 bilhões) até 2012, o que a torna a primeira multinacional do setor a anunciar novos projetos no país desde o estouro da crise econômica global, em setembro do ano passado.
O objetivo é desenvolver uma nova família de veículos voltada ao mercado sul-americano.
Os investimentos serão destinados à ampliação da fábrica da empresa em Gravataí, no Rio Grande do Sul, disse o presidente da GM no Brasil, Jaime Ardila, em reunião com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília.
Obrigado pelas visitas...
terça-feira, 14 de julho de 2009
Lucro do Banco Goldman Sachs cresce 65%
Olá para todos!
Lucro do Banco Goldman Sachs cresce 65% no 2º trimestre, para US$ 3,44 bilhões
O segundo trimestre de 2009 significou para o Goldman Sachs um lucro líquido de US$ 3,44 bilhões, ou US$ 4,93 por ação, um crescimento de 65% sobre os US$ 2,09 bilhões registrados um ano antes.A receita líquida ficou em US$ 13,761 bilhões, com acréscimo de 46% perante os US$ 9,422 bilhões do calendário passado.
O banco observou que, excluindo um dividendo preferencial não-recorrente de US$ 426 milhões em conexão com o pagamento dos recursos do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês), o lucro por ação foi de US$ 5,71 no segundo trimestre de 2009.
O lucro trimestral foi impulsionado pelas receitas de US$ 6,8 bilhões na unidade de commodities, moedas e renda fixa, onde hipotecas e outros instrumentos de crédito são comercializados.
Na divisão de banco de investimentos, a receita líquida minguou 15% perante o segundo trimestre de 2008 e ficou em US$ 1,44 bilhão.
As informações são do próprio Goldman Sachs e agências internacionais.
(Valor Online)
Obrigado pelas visitas!!
Lucro do Banco Goldman Sachs cresce 65% no 2º trimestre, para US$ 3,44 bilhões
O segundo trimestre de 2009 significou para o Goldman Sachs um lucro líquido de US$ 3,44 bilhões, ou US$ 4,93 por ação, um crescimento de 65% sobre os US$ 2,09 bilhões registrados um ano antes.A receita líquida ficou em US$ 13,761 bilhões, com acréscimo de 46% perante os US$ 9,422 bilhões do calendário passado.
O banco observou que, excluindo um dividendo preferencial não-recorrente de US$ 426 milhões em conexão com o pagamento dos recursos do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês), o lucro por ação foi de US$ 5,71 no segundo trimestre de 2009.
O lucro trimestral foi impulsionado pelas receitas de US$ 6,8 bilhões na unidade de commodities, moedas e renda fixa, onde hipotecas e outros instrumentos de crédito são comercializados.
Na divisão de banco de investimentos, a receita líquida minguou 15% perante o segundo trimestre de 2008 e ficou em US$ 1,44 bilhão.
As informações são do próprio Goldman Sachs e agências internacionais.
(Valor Online)
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segunda-feira, 29 de junho de 2009
IPI é prorrogado!
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou na manhã desta segunda-feira a prorrogação dos cortes do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos, eletrodomésticos, material de construção e bens de capital. O PIS e a Cofins sobre o pão e a farinha de trigo também ficarão reduzidos, e a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) foi cortada de 6,25% para 6% (veja tabelas ao final deste texto).A prorrogação do corte de IPI para veículos é acompanhada de um acordo com as empresas para não demitirem seus funcionários durante o período de vigência das medidas. O custo estimado pelo governo é de R$ 3,342 bilhões.
As medidas tentam aquecer a economia para enfrentar a crise global. O IPI para carros, cuja redução acabaria nesta terça-feira, fica diminuído por mais três meses, até setembro. Em outubro, novembro e dezembro, volta gradualmente.
O corte de PIS e Cofins para trigo, farinha e pão foi prorrogado por um ano e meio, até o fim de 2010. O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, lembrou que o governo havia zerado a alíquota de 9,25% de PIS/Cofins já em maio de 2008.
"Havia a preocupação com o retorno da inflação e também a restrição de exportações argentinas ao Brasil", disse o secretário. Também esse descontoo, que venceria agora, foi prorrogada até 31 de dezembro de 2010A redução na chamada linha branca, de eletrodomésticos, como geladeira e fogão, que teria corte de IPI até 15 de julho, foi prorrogada por três meses e meio. A isenção ficará valendo até 31 de outubro.
Os cortes para material de construção foram prorrogados por mais tempo -seis meses, até o fim do ano. Foram incluídos os vergalhões, que não estava na lista original de desconto de imposto.Os bens de capital (máquinas e equipamentos para produção) tiveram uma lista ampliada com mais 70 itens com corte de IPI. Entraram itens como válvulas industriais e partes de aerogeradores (para energia eólica, que usa o vento).
A TJLP (usada nos financiamentos do BNDES para obras e empresas) foi cortada de 6,25% para 6%. A Cofins terá redução prorrogada por mais três meses.
NOVAS MEDIDAS
Decisões anunciadas pelo governo nesta segunda-feira
Corte de imposto em 70 tipos de bens de capital (iten
s usados na produção).
Redução da TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) de 6,25% para 6%. A taxa é usado nos empréstimos do BNDES.
Empréstimos do BNDES, que custavam TJLP mais 1%, ficam em TJLP "careca", sem acréscimo Corte pela metade dos juros nos empréstimos para exportações e projetos de inovação (ex: uma taxa de 11% ficará em 5,5%, e o Tesouro pagará a diferença). Isso reduzirá os custos dos produtos em 20% a 25%, segundo o governo.
Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal criam fundos para garantir empréstimos a micro e pequenas empresas (ex: crédito da Caixa para capital de giro de microempresa cairá de 6% para 2,5%; BB reduz em 30% taxas de capital de giro para esses empréstimos garantidos.
Agradeço as visitas!!
As medidas tentam aquecer a economia para enfrentar a crise global. O IPI para carros, cuja redução acabaria nesta terça-feira, fica diminuído por mais três meses, até setembro. Em outubro, novembro e dezembro, volta gradualmente.
O corte de PIS e Cofins para trigo, farinha e pão foi prorrogado por um ano e meio, até o fim de 2010. O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, lembrou que o governo havia zerado a alíquota de 9,25% de PIS/Cofins já em maio de 2008.
"Havia a preocupação com o retorno da inflação e também a restrição de exportações argentinas ao Brasil", disse o secretário. Também esse descontoo, que venceria agora, foi prorrogada até 31 de dezembro de 2010A redução na chamada linha branca, de eletrodomésticos, como geladeira e fogão, que teria corte de IPI até 15 de julho, foi prorrogada por três meses e meio. A isenção ficará valendo até 31 de outubro.
Os cortes para material de construção foram prorrogados por mais tempo -seis meses, até o fim do ano. Foram incluídos os vergalhões, que não estava na lista original de desconto de imposto.Os bens de capital (máquinas e equipamentos para produção) tiveram uma lista ampliada com mais 70 itens com corte de IPI. Entraram itens como válvulas industriais e partes de aerogeradores (para energia eólica, que usa o vento).
A TJLP (usada nos financiamentos do BNDES para obras e empresas) foi cortada de 6,25% para 6%. A Cofins terá redução prorrogada por mais três meses.
NOVAS MEDIDAS
Decisões anunciadas pelo governo nesta segunda-feira
Corte de imposto em 70 tipos de bens de capital (iten
s usados na produção).Redução da TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) de 6,25% para 6%. A taxa é usado nos empréstimos do BNDES.
Empréstimos do BNDES, que custavam TJLP mais 1%, ficam em TJLP "careca", sem acréscimo Corte pela metade dos juros nos empréstimos para exportações e projetos de inovação (ex: uma taxa de 11% ficará em 5,5%, e o Tesouro pagará a diferença). Isso reduzirá os custos dos produtos em 20% a 25%, segundo o governo.
Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal criam fundos para garantir empréstimos a micro e pequenas empresas (ex: crédito da Caixa para capital de giro de microempresa cairá de 6% para 2,5%; BB reduz em 30% taxas de capital de giro para esses empréstimos garantidos.
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