terça-feira, 15 de setembro de 2009

Poupança com IR

Não... A poupança não vai escapar do IR!
Com a queda da Selic, a poupança virou um investimento muito bom por ser isento do IR e houve um grande fluxo de dinheiro para este tipo de investimento. Então o governo decidiu cobrar o IR também na poupança para aplicações maiores que R$50 mil, tentando isentar o pequeno investidor do IR e taxar grandes detentores de capital.



Veja à notícia da Exame.

Fonte: Portal Exame

O rendimento da aplicação em poupança acima de 50 mil reais será taxado em 22,5 por cento, segundo o projeto que o governo pretende encaminhar ao Congresso nos próximos dias, informou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta terça-feira.

O objetivo da taxação é evitar desequilíbrios futuros no mercado, à medida que a aplicação vai se tornando mais atrativa diante do patamar mais baixo do juro no país.

Ao contrário do previsto inicialmente, a taxação será feita diretamente na fonte, e não na declaração do Imposto de Renda, segundo o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Ele explicou que a declaração do IR só vai apurar o pagamento de pessoas que superam o valor de 50 mil reais na soma de várias cadernetas de poupança.

Para Barbosa, o novo sistema atende os principais objetivos do governo de preservar a poupança como principal instrumento de investimento da população e evitar desequilíbrios com as demais modalidades de aplicações, como os fundos de investimento.

Quando questionado por jornalistas se haveria mecanismos de estímulo para os fundos, como redução de sua taxação, Barbosa respondeu: "Sempre analisamos (os fundos), mas não há decisão de fazer isso neste momento".

Barbosa acrescentou que, se o Congresso aprovar as mudanças para a poupança ainda neste ano, a taxação só passará a incidir em fevereiro de 2010.

"Não há nenhuma necessidade de alterar aplicação agora", disse.





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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Twitter cede à Publicidade!

Muito se perguntava sobre como o Twitter se tornaria rentável, claro que para manter o serviço grátis a única maneira que nós conhecemos é através da publicidade. Ontem o Twitter deu o primeiro sinal de que realmente irá abrir as portas para os anuncios ou outra forma de publicidade nesta plataforma, a verdade é que esta rede social se tornou uma das páginas mais visitadas no mundo, atualmente no Top 10 da audiência mundial, isto é, uma mina de ouro para os anunciantes.

Veja abaixo à notícia sobre o Twitter, retirada do Portal Exame:

Créditos: Portal Exame

O Twitter, serviço de microblogs em rápido crescimento e agora à procura de maneiras de faturar, expandiu seus termos de uso de modo a permitir que anunciantes ganhem acesso aos seus mais de 45 milhões de usuários mensais.

O Twitter, uma empresa criada dois anos atrás com apoio de fundos de venture capital e que permite que pessoas enviem número ilimitado de mensagens com um máximo de 140 caracteres, só agora está acelerando seus esforços para monetizar, ou faturar com, o seu popular site.

Na quinta-feira, a empresa revisou seus "termos de serviço" para especificar que está autorizada a veicular publicidade.

"Deixamos a porta aberta à publicidade. Como já dissemos, gostaríamos de manter nossas opções em aberto," afirmou Biz Stone no blog oficial da empresa, em http://blog.twitter.com/.

A receita publicitária é o caminho tradicional para que sites publicitários possam gerar faturamento e ainda assim se manter gratuitos para seus usuários.

O crescimento explosivo das redes sociais vem atraindo interesse: o número mundial de acessos ao site do Twitter chegou a 44,5 milhões em junho, 1.500 por cento acima do total do mês em 2008, de acordo com a comScore.

Alguns analistas estão céticos quanto às perspectivas de sucesso da publicidade em redes sociais, argumentando que empresas relutam em justapor suas marcas a conteúdo gerado pelos consumidores, imprevisível e potencialmente ofensivo.

Stone mesmo disse que a empresa encarava com cautela a possibilidade de irritar sua base de consumidores ao bombardeá-los com anúncios.

Mas outros analistas apontam para o fato de que os usuários de redes sociais tendem a dedicar muito tempo a esses sites, e por isso eles oferecem uma plataforma atraente para que anunciantes promovam suas marcas --especialmente se as preferências dos usuários forem rastreadas.

O Twitter adotou termos abertos para sua nova cláusula publicitária, e enfatizou que ela estava sujeita a mudanças.

"Os serviços podem incluir anúncios, que podem ser direcionados ao conteúdo ou informação no serviço, às pesquisas realizadas por meio dele ou a outras informações," definem os termos de uso. "Os tipos e volumes de publicidade do Twitter nesses serviços estão sujeitos a mudanças."

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Eike Batista quer adquirir fatia do Bradesco na Vale

Boa Tarde,

Eike Batista, um dos empresários mais ricos do Brasil, um empreendedor gênial, bem sucedido, mas ambicioso e insaciavel, ele quer mais! Seu próximo alvo: A Vale!



Fonte: Portal Exame

SÃO PAULO (Reuters) - O empresário Eike Batista negocia uma oferta pela Bradespar, braço de participações do Banco Bradesco, uma iniciativa que lhe daria acesso ao grupo que controla a Vale, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo deste sábado.

Segundo o jornal, Batista visitou o presidente do conselho de administração do Bradesco, Lázaro Brandão, no dia 19 de agosto para lhe entregar proposta de compra da Bradespar.
O jornal não diz como obteve a informação.
A Bradespar tem 17,5 por cento da Valepar, controladora da Vale. De acordo com a Folha, o negócio poderia superar os 9 bilhões de reais.
Os outros sócios na Valepar são Litel (de fundos de pensão liderados pela Previ) com 58 por cento, BNDESPar com 9,5 por cento e o grupo japonês Mitsui, com 15 por cento.
Nos últimos meses, a Vale se tornou alvo de críticas duras do governo devido aos esforços para amenizar os efeitos da crise econômica global.
De acordo com a Folha, Batista quis saber a opinião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes de fazer a oferta e teria recebido aval dele. O mesmo aconteceu com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e da Previ, Sérgio Rosa.
O jornal não diz se a oferta seria feita em dinheiro ou ações.
A Reuters procurou a assessoria de imprensa de Batista neste sábado, mas não obteve resposta. Fernando Thompson, porta-voz da Vale, disse que a empresa não vai comentar a reportagem.
As ligações feitas a Nilton Horita, porta-voz do Bradesco, também não foram respondidas.


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domingo, 6 de setembro de 2009

IPO do Santander no Brasil pode superar US$5,6 bi

Olá para todos!

E o Santander não para... Veja abaixo o que pode ser uma dos maiores IPOs do ano.


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Créditos: Uol

SÃO PAULO/NOVA YORK (Reuters) - A unidade brasileira do Santander encaminhou pedido para oferta pública inicial de ações no Brasil e nos Estados Unidos. Em julho, o Santander informou que iria vender cerca de 15% da unidade brasileira via emissão de ações, sugerindo que a oferta inicial de ações poderia chegar a cerca de US$ 5,6 bilhões, baseado no atual valor de mercado do Santander no Brasil, de cerca de US$ 37 bilhões.

Uma operação desse tamanho ficaria entre os maiores IPOs de 2009 no mundo e seria a maior dos Estados Unidos desde a oferta de US$ 19,6 bilhões realizada pela Visa Inc em março de 2008.
O pedido encaminhado pelo Banco Santander SA junto à Securities and Exchange Comission na quinta-feira indicava que o banco estava buscando levantar até US$ 200 milhões, mas esse valor é quase que certamente um número provisório até que a instituição encaminhe um prospecto atualizado que incluirá termos como número de ações a serem vendidas e uma estimativa de preço.
Uma porta-voz do Santander no Brasil afirmou que o banco não comentaria a transação porque está em período de silêncio antes da oferta.
Outros grandes IPOs do ano incluíram a oferta de US$ 7,3 bilhões em julho pelo China Construction Engineering e a de US$ 4,3 bilhões da VisaNet.
O pedido de oferta do Santander é de venda de units, cada uma representando 55 ações ordinárias e 50 ações preferenciais, segundo o registro. As units serão negociadas na Bovespa sob o símbolo SANB11.SA.
O documento não indicou quando a oferta será realizada.
O Santander é o terceiro maior banco privado do Brasil, com 10,2% de participação de mercado em ativos até 31 de março deste ano, segundo o prospecto inicial.
Nos seis meses encerrados em junho, a unidade brasileira do banco espanhol representou mais de 20% do lucro líquido do grupo e 53% do ganho na América Latina.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Banco do Brasil eleva lucro e retoma liderança em ativos

Boa Tarde!

O forte crescimento do crédito e a receita extra com a venda de ações da VisaNet turbinaram o lucro do segundo trimestre do Banco do Brasil, que também retomou a liderança no ranking de ativos, voltando a superar o Itaú Unibanco.
O banco estatal fechou o período de abril a junho com lucro líquido de 2,348 bilhões de reais, um crescimento de 42,8 por cento na comparação com igual intervalo do ano passado.
O número inclui a receita de 1,4 bilhão de reais com a venda de parte das ações que o grupo detinha na administradora de cartões VisaNet, em junho.
O lucro trimestral recorrente do BB foi de 1,727 bilhão de reais, um avanço de 18 por cento na comparação anual. A previsão média de sete analistas consultados pela Reuters apontava lucro recorrente de 1,501 bilhão de reais.
A forte evolução da última linha do balanço teve como principal alavanca a carteira de crédito, que cresceu 32,8 por cento no espaço de 12 meses encerrado em junho, para 252,485 bilhões de reais.
O destaque foram os empréstimos à pessoa física, que deram um salto de 69 por cento em 1 ano, para 68,47 bilhões de reais, com impulso do consignado, cujo montante disparou 110,7 por cento. Com isso, a carteira de varejo do banco pela primeira vez superou a do agronegócio, que cresceu apenas 9,7 por cento e chegou a 67,6 bilhões de reais.
Em meio à forte expansão do crédito, a inadimplência da carteira, que considera operações vencidas em prazo superior a 90 dias, subiu de 2,5 por cento para 3,3 por cento em 12 meses.
Com isso, a provisão para perdas esperadas com calotes cresceu 27,3 por cento sobre março e 88 por cento ante junho de 2008, para 3,172 bilhões de reais.

RESPOSTA A SETUBAL

No entanto, o presidente do BB, Aldemir Bendine, afirmou que a política de taxa de juro da instituição é "plenamente sustentável", em resposta a comentários do presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, no início desta semana.
"Nossa política de taxa de juro é plenamente sustentável... As taxas são bem mais ousadas e isso é papel do BB", afirmou Bendine a jornalistas, durante entrevista coletiva para comentar os resultados do segundo trimestre.
"O BB adotou uma estratégia que entendemos ter sido extremamente correta... Temos resultados sólidos dentro de uma qualidade inquestionável", disse Bendine.
Na terça-feira, Setubal, do Itaú Unibanco, disse que "algumas taxas que estão sendo praticadas por bancos públicos não são sustentáveis.
Em contrapartida, o BB manteve a estimativa de expansão da carteira de crédito em 2009 entre 13 e 17 por cento, mesmo depois do forte crescimento nos 12 meses até junho.
Segundo o vice-presidente de Finanças do BB, Ivan Monteiro, a instituição chegou a discutir a elevação da estimativa para o ano, mas acabou por manter a previsão por acreditar que a carteira de crédito para empresas possa desacelerar no atual semestre.
"Achamos que, no segundo semestre, a concorrência vai ser mais apertada", disse. "Com a melhora do mercado de capitais, vai aumentar a concorrência entre as fontes de captação de recursos para as empresas", acrescentou Monteiro.

VOLTA À LIDERANÇA

Resultado da combinação de crescimento do crédito com a consolidação de bancos estaduais comprados recentemente, como Besc (Santa Catarina), BEP (Piauí) e Nossa Caixa (São Paulo), o BB encerrou o primeiro semestre com 598,8 bilhões de reais em ativos, um incremento de 43,9 por cento em 12 meses, o que o levou a retomar a liderança do setor bancário no país.
O Itaú Unibanco, que havia assumido a liderança ao emergir de uma fusão em novembro de 2008, reportou na terça-feira que seus ativos no final do primeiro semestre somavam 596,3 bilhões de reais.
"O Banco do Brasil retoma o posto que lhe é de direito", afirmou Bendine.
A rentabilidade sobre patrimônio líquido recorrente no segundo trimestre foi de 23,7 por cento, ante índice de 24,6 por cento registrada um ano antes.


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domingo, 9 de agosto de 2009

Um paraíso à venda - Melhor Resort do País procura compradores. O que isso significa?

Esse cenário colocou em questão o modelo de negócios do Costão. Trata-se do sistema de "condo-hotel", em que os apartamentos são vendidos a investidores. Em certa medida, é como se essas pessoas se tornassem sócias do Costão. Só que, em vez de ter ações, elas são donas de uma fração do empreendimento. Quando os proprietários não estão no hotel, os imóveis são oferecidos aos hóspedes. Marcondes seria o sócio majoritário. Ele é dono de imóveis e das áreas comuns, além de ser responsável pelo equilíbrio financeiro do negócio. Com o aumento da concorrência nos últimos anos, ficou mais difícil atrair turistas. Hoje, o Costão do Santinho disputa clientes com resorts que proliferaram pelo país. Apenas no Nordeste, os quartos de hospedagem se multiplicaram por 10: de 300, em 1999, para mais de 3 200 no ano passado. Com a competição pelos clientes, a média de ocupação nacional também caiu: de 70%, em 2005, para 45%, em 2008. Para um resort começar a ter lucro, estima-se, o mínimo deve ser 50%. "Estamos acima disso", diz Felipe Marcondes, filho de Fernando Marcondes e executivo do grupo.

O movimento do Costão do Santinho para atrair um comprador ocorre em um dos momentos mais difíceis da história recente da indústria hoteleira mundial. Com a economia global em recessão e a falta de crédito, os compradores ficaram mais criteriosos na avaliação de investimentos e mais seletivos na escolha de projetos. Sobretudo no Brasil, que, depois da valorização do real, se tornou mais caro para os turistas brasileiros e estrangeiros. Em paralelo, a concorrência e a baixa ocupação dos quartos de hotéis disponíveis transformaram as redes hoteleiras do Brasil em um negócio de baixo retorno. Hoje, a taxa média de retorno dos empreendimentos hoteleiros no país varia de 12% a 14% ao ano, enquanto nos Estados Unidos, por exemplo, supera 25%. "Com esse baixo nível de retorno, os investidores tendem a comprar hotéis em Paris ou Madri, capitais desejadas pelos turistas", diz José Ernesto Marino Neto, presidente da BSH International, consultoria especializada em turismo. O resort Costão do Santinho poderia interessar, no entanto, companhias que têm um modelo de negócios verticalizado. Empresas como a alemã Tui. Com um sistema integrado, que inclui agências de viagens, hotéis e uma frota de cerca de 130 aviões, o grupo seria capaz de trazer turistas de qualquer ponto da Europa -- e, assim, dar continuidade ao paraíso.


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quinta-feira, 16 de julho de 2009

JPMorgan tem lucro de US$ 2,72 bi

Bom dia!!

O JPMorgan Chase anunciou um lucro trimestral maior no segundo trimestre, superando as expectativas de Wall Street. O resultado foi apoiado por força nos negócios com banco de investimento e varejo que minimizaram perdas com crédito.
O lucro líquido subiu para US$ 2,72 bilhões no segundo trimestre, contra US$ 2 bilhões no mesmo período do ano anterior. Já a receita líquida da instituição saltou 41%, para US$ 27,71 bilhões.
O lucro por ação caiu para US$ 0,28, ante US$ 0,53, devido em parte ao aumento das ações em circulação.O banco informou reservou US$ 9,7 bilhões para perdas com crédito, quantia acima dos US$ 4,29 bilhões no ano passado, mas inferior frente aos US$ 10,07 bilhões do primeiro trimestre.
No mês passado, o JPMorgan pagou US$ 25 bilhões obtidos através do programa de alívio ao setor financeiro (Tarp, na sigla em inglês) do governo norte-americano, sendo o maior banco dos Estados Unidos a quitar os empréstimos federais.
O presidente-executivo, Jamie Dimon, afirmou em um comunicado que o banco está confiante de que seu capital, níveis de reserva e lucros são sólidos mesmo se a economia enfraquecer.
Os resultados do segundo trimestre incluíram encargos por conta do pagamento dos empréstimos obtidos do governo.Analistas, em média, previam lucro de US$ 0,04 por ação sobre receita de US$ 25,91 bilhões, segundo a Reuters Estimates.


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