terça-feira, 10 de novembro de 2009
Petrobras passa Coca-Cola e Wal Mart em valor de mercado
O valor de mercado da Petrobras, que estava em US$ 95,8 bilhões no final do ano passado, mais do que dobrou desde então e atingiu, ontem, US$ 207,9 bilhões, segundo dados levantados pela consultoria Economatica.
Com isso, a empresa ficou à frente de muitos gigantes dos Estados Unidos, como Coca-Cola, Wal Mart, Google, General Electric (GE), Apple e outros.
Atualmente, apenas duas empresas dos Estados Unidos têm valor de mercado maior do que a Petrobras: a Exxon Mobil, também do setor de petróleo, e a Microsoft.
O valor de mercado de uma empresa corresponde à soma do preço de todas as suas ações.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
2009 será o segundo melhor ano de IPOs para o Brasil
Veja a matéria da Exame:
O ano de 2007 ficou marcado pelo "boom" de ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) na bolsa de valores brasileira. Mais de 60 empresas realizaram abertura de capital na época e cerca de 70 bilhões de reais foram levantados; quantia recorde na história da Bovespa. De acordo com os analistas do mercado, tudo indica que 2009 será o segundo melhor ano em captação de recursos no mercado de capitais. Somente os acordos já anunciados somam cerca de 44 bilhões de reais -- e a expectativa é de que outras virão por aí.
Neste ano ate hoje, as operações registradas totalizam cerca de 37,600 bilhões de reais. Para se ter uma idéia de comparação, o total captado em 2006 e 2008 foram de 34,200 bilhões de reais e 30,400 bilhões de reais, respectivamente. Porém, ainda existem 11 empresas (veja tabela abaixo) que já entraram com o pedido de oferta de ações e estão em período de análise pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid).
O Banco Santander saiu da fila de espera e realizou a maior oferta pública do ano no mundo. A operação levantou 14,1 bilhões de reais, tornando-se a maior oferta da história do mercado acionário brasileiro, ultrapassando a vultosa captação de 8,397 bilhões de reais da Visanet. Para os investidores, a sensação inicial foi de frustração. Os papéis caíram 3,74% no primeiro dia de negociação.
A queda, no entanto, não refletiu o apetite dos investidores pelos papéis. A estimativa é que a demanda tenha sido dez vezes superior á oferta. O arrefecimento da crise global e a retomada do crescimento econômico brasileiro, principalmente a partir do segundo semestre do ano, têm valorizado as ações de empresas brasileiras -- tornando um bom negócio para as empresas levantar capital com ofertas públicas. "Muitas companhias estavam se preparando para realizar ofertas desde 2007. Porém, a crise chegou e elas brecaram seus planos. Aquelas que passaram bem pela turbulência estão voltando ao mercado acionário", afirmou Saulo Sabbá, diretor de mercado de capitais do banco de investimento Máxima.

terça-feira, 15 de setembro de 2009
Poupança com IR
Com a queda da Selic, a poupança virou um investimento muito bom por ser isento do IR e houve um grande fluxo de dinheiro para este tipo de investimento. Então o governo decidiu cobrar o IR também na poupança para aplicações maiores que R$50 mil, tentando isentar o pequeno investidor do IR e taxar grandes detentores de capital.
Veja à notícia da Exame.
Fonte: Portal Exame
O rendimento da aplicação em poupança acima de 50 mil reais será taxado em 22,5 por cento, segundo o projeto que o governo pretende encaminhar ao Congresso nos próximos dias, informou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta terça-feira.
O objetivo da taxação é evitar desequilíbrios futuros no mercado, à medida que a aplicação vai se tornando mais atrativa diante do patamar mais baixo do juro no país.
Ao contrário do previsto inicialmente, a taxação será feita diretamente na fonte, e não na declaração do Imposto de Renda, segundo o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.
Ele explicou que a declaração do IR só vai apurar o pagamento de pessoas que superam o valor de 50 mil reais na soma de várias cadernetas de poupança.
Para Barbosa, o novo sistema atende os principais objetivos do governo de preservar a poupança como principal instrumento de investimento da população e evitar desequilíbrios com as demais modalidades de aplicações, como os fundos de investimento.
Quando questionado por jornalistas se haveria mecanismos de estímulo para os fundos, como redução de sua taxação, Barbosa respondeu: "Sempre analisamos (os fundos), mas não há decisão de fazer isso neste momento".
Barbosa acrescentou que, se o Congresso aprovar as mudanças para a poupança ainda neste ano, a taxação só passará a incidir em fevereiro de 2010.
"Não há nenhuma necessidade de alterar aplicação agora", disse.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Twitter cede à Publicidade!
Muito se perguntava sobre como o Twitter se tornaria rentável, claro que para manter o serviço grátis a única maneira que nós conhecemos é através da publicidade. Ontem o Twitter deu o primeiro sinal de que realmente irá abrir as portas para os anuncios ou outra forma de publicidade nesta plataforma, a verdade é que esta rede social se tornou uma das páginas mais visitadas no mundo, atualmente no Top 10 da audiência mundial, isto é, uma mina de ouro para os anunciantes.
Veja abaixo à notícia sobre o Twitter, retirada do Portal Exame:
Créditos: Portal Exame
O Twitter, serviço de microblogs em rápido crescimento e agora à procura de maneiras de faturar, expandiu seus termos de uso de modo a permitir que anunciantes ganhem acesso aos seus mais de 45 milhões de usuários mensais.
O Twitter, uma empresa criada dois anos atrás com apoio de fundos de venture capital e que permite que pessoas enviem número ilimitado de mensagens com um máximo de 140 caracteres, só agora está acelerando seus esforços para monetizar, ou faturar com, o seu popular site.
Na quinta-feira, a empresa revisou seus "termos de serviço" para especificar que está autorizada a veicular publicidade.
"Deixamos a porta aberta à publicidade. Como já dissemos, gostaríamos de manter nossas opções em aberto," afirmou Biz Stone no blog oficial da empresa, em http://blog.twitter.com/.
A receita publicitária é o caminho tradicional para que sites publicitários possam gerar faturamento e ainda assim se manter gratuitos para seus usuários.
O crescimento explosivo das redes sociais vem atraindo interesse: o número mundial de acessos ao site do Twitter chegou a 44,5 milhões em junho, 1.500 por cento acima do total do mês em 2008, de acordo com a comScore.
Alguns analistas estão céticos quanto às perspectivas de sucesso da publicidade em redes sociais, argumentando que empresas relutam em justapor suas marcas a conteúdo gerado pelos consumidores, imprevisível e potencialmente ofensivo.
Stone mesmo disse que a empresa encarava com cautela a possibilidade de irritar sua base de consumidores ao bombardeá-los com anúncios.
Mas outros analistas apontam para o fato de que os usuários de redes sociais tendem a dedicar muito tempo a esses sites, e por isso eles oferecem uma plataforma atraente para que anunciantes promovam suas marcas --especialmente se as preferências dos usuários forem rastreadas.
O Twitter adotou termos abertos para sua nova cláusula publicitária, e enfatizou que ela estava sujeita a mudanças.
"Os serviços podem incluir anúncios, que podem ser direcionados ao conteúdo ou informação no serviço, às pesquisas realizadas por meio dele ou a outras informações," definem os termos de uso. "Os tipos e volumes de publicidade do Twitter nesses serviços estão sujeitos a mudanças."
Abraços!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Eike Batista quer adquirir fatia do Bradesco na Vale
Eike Batista, um dos empresários mais ricos do Brasil, um empreendedor gênial, bem sucedido, mas ambicioso e insaciavel, ele quer mais! Seu próximo alvo: A Vale!
Fonte: Portal Exame
SÃO PAULO (Reuters) - O empresário Eike Batista negocia uma oferta pela Bradespar, braço de participações do Banco Bradesco, uma iniciativa que lhe daria acesso ao grupo que controla a Vale, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo deste sábado.
Segundo o jornal, Batista visitou o presidente do conselho de administração do Bradesco, Lázaro Brandão, no dia 19 de agosto para lhe entregar proposta de compra da Bradespar.
O jornal não diz como obteve a informação.
A Bradespar tem 17,5 por cento da Valepar, controladora da Vale. De acordo com a Folha, o negócio poderia superar os 9 bilhões de reais.
Os outros sócios na Valepar são Litel (de fundos de pensão liderados pela Previ) com 58 por cento, BNDESPar com 9,5 por cento e o grupo japonês Mitsui, com 15 por cento.
Nos últimos meses, a Vale se tornou alvo de críticas duras do governo devido aos esforços para amenizar os efeitos da crise econômica global.
De acordo com a Folha, Batista quis saber a opinião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes de fazer a oferta e teria recebido aval dele. O mesmo aconteceu com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e da Previ, Sérgio Rosa.
O jornal não diz se a oferta seria feita em dinheiro ou ações.
A Reuters procurou a assessoria de imprensa de Batista neste sábado, mas não obteve resposta. Fernando Thompson, porta-voz da Vale, disse que a empresa não vai comentar a reportagem.
As ligações feitas a Nilton Horita, porta-voz do Bradesco, também não foram respondidas.
Obrigado pelas visitas!
domingo, 6 de setembro de 2009
IPO do Santander no Brasil pode superar US$5,6 bi
E o Santander não para... Veja abaixo o que pode ser uma dos maiores IPOs do ano.
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Créditos: Uol
SÃO PAULO/NOVA YORK (Reuters) - A unidade brasileira do Santander encaminhou pedido para oferta pública inicial de ações no Brasil e nos Estados Unidos. Em julho, o Santander informou que iria vender cerca de 15% da unidade brasileira via emissão de ações, sugerindo que a oferta inicial de ações poderia chegar a cerca de US$ 5,6 bilhões, baseado no atual valor de mercado do Santander no Brasil, de cerca de US$ 37 bilhões.
Uma operação desse tamanho ficaria entre os maiores IPOs de 2009 no mundo e seria a maior dos Estados Unidos desde a oferta de US$ 19,6 bilhões realizada pela Visa Inc em março de 2008.
O pedido encaminhado pelo Banco Santander SA junto à Securities and Exchange Comission na quinta-feira indicava que o banco estava buscando levantar até US$ 200 milhões, mas esse valor é quase que certamente um número provisório até que a instituição encaminhe um prospecto atualizado que incluirá termos como número de ações a serem vendidas e uma estimativa de preço.
Uma porta-voz do Santander no Brasil afirmou que o banco não comentaria a transação porque está em período de silêncio antes da oferta.
Outros grandes IPOs do ano incluíram a oferta de US$ 7,3 bilhões em julho pelo China Construction Engineering e a de US$ 4,3 bilhões da VisaNet.
O pedido de oferta do Santander é de venda de units, cada uma representando 55 ações ordinárias e 50 ações preferenciais, segundo o registro. As units serão negociadas na Bovespa sob o símbolo SANB11.SA.
O documento não indicou quando a oferta será realizada.
O Santander é o terceiro maior banco privado do Brasil, com 10,2% de participação de mercado em ativos até 31 de março deste ano, segundo o prospecto inicial.
Nos seis meses encerrados em junho, a unidade brasileira do banco espanhol representou mais de 20% do lucro líquido do grupo e 53% do ganho na América Latina.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Banco do Brasil eleva lucro e retoma liderança em ativos
O forte crescimento do crédito e a receita extra com a venda de ações da VisaNet turbinaram o lucro do segundo trimestre do Banco do Brasil, que também retomou a liderança no ranking de ativos, voltando a superar o Itaú Unibanco.
O banco estatal fechou o período de abril a junho com lucro líquido de 2,348 bilhões de reais, um crescimento de 42,8 por cento na comparação com igual intervalo do ano passado.
O número inclui a receita de 1,4 bilhão de reais com a venda de parte das ações que o grupo detinha na administradora de cartões VisaNet, em junho.
O lucro trimestral recorrente do BB foi de 1,727 bilhão de reais, um avanço de 18 por cento na comparação anual. A previsão média de sete analistas consultados pela Reuters apontava lucro recorrente de 1,501 bilhão de reais.
A forte evolução da última linha do balanço teve como principal alavanca a carteira de crédito, que cresceu 32,8 por cento no espaço de 12 meses encerrado em junho, para 252,485 bilhões de reais.
O destaque foram os empréstimos à pessoa física, que deram um salto de 69 por cento em 1 ano, para 68,47 bilhões de reais, com impulso do consignado, cujo montante disparou 110,7 por cento. Com isso, a carteira de varejo do banco pela primeira vez superou a do agronegócio, que cresceu apenas 9,7 por cento e chegou a 67,6 bilhões de reais.
Em meio à forte expansão do crédito, a inadimplência da carteira, que considera operações vencidas em prazo superior a 90 dias, subiu de 2,5 por cento para 3,3 por cento em 12 meses.
Com isso, a provisão para perdas esperadas com calotes cresceu 27,3 por cento sobre março e 88 por cento ante junho de 2008, para 3,172 bilhões de reais.
RESPOSTA A SETUBAL
No entanto, o presidente do BB, Aldemir Bendine, afirmou que a política de taxa de juro da instituição é "plenamente sustentável", em resposta a comentários do presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, no início desta semana.
"Nossa política de taxa de juro é plenamente sustentável... As taxas são bem mais ousadas e isso é papel do BB", afirmou Bendine a jornalistas, durante entrevista coletiva para comentar os resultados do segundo trimestre.
"O BB adotou uma estratégia que entendemos ter sido extremamente correta... Temos resultados sólidos dentro de uma qualidade inquestionável", disse Bendine.
Na terça-feira, Setubal, do Itaú Unibanco, disse que "algumas taxas que estão sendo praticadas por bancos públicos não são sustentáveis.
Em contrapartida, o BB manteve a estimativa de expansão da carteira de crédito em 2009 entre 13 e 17 por cento, mesmo depois do forte crescimento nos 12 meses até junho.
Segundo o vice-presidente de Finanças do BB, Ivan Monteiro, a instituição chegou a discutir a elevação da estimativa para o ano, mas acabou por manter a previsão por acreditar que a carteira de crédito para empresas possa desacelerar no atual semestre.
"Achamos que, no segundo semestre, a concorrência vai ser mais apertada", disse. "Com a melhora do mercado de capitais, vai aumentar a concorrência entre as fontes de captação de recursos para as empresas", acrescentou Monteiro.
VOLTA À LIDERANÇA
Resultado da combinação de crescimento do crédito com a consolidação de bancos estaduais comprados recentemente, como Besc (Santa Catarina), BEP (Piauí) e Nossa Caixa (São Paulo), o BB encerrou o primeiro semestre com 598,8 bilhões de reais em ativos, um incremento de 43,9 por cento em 12 meses, o que o levou a retomar a liderança do setor bancário no país.
O Itaú Unibanco, que havia assumido a liderança ao emergir de uma fusão em novembro de 2008, reportou na terça-feira que seus ativos no final do primeiro semestre somavam 596,3 bilhões de reais.
"O Banco do Brasil retoma o posto que lhe é de direito", afirmou Bendine.
A rentabilidade sobre patrimônio líquido recorrente no segundo trimestre foi de 23,7 por cento, ante índice de 24,6 por cento registrada um ano antes.
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